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Eu só queria saber mais sobre gênios. Aí comecei a pensar nos desejos.

Foto do escritor: Romany Oliveira
Romany Oliveira
25 de set.
1 min de leitura

Tudo começou de um jeito relativamente inocente.

Eu tinha assistido a um filme, depois a uma série, e percebi uma coisa:

eu não sabia quase nada sobre gênios.

Naturalmente, fui pesquisar.

O problema de pesquisar alguma coisa quando se tem imaginação demais é que chega um momento em que você para de perguntar “como isso funciona?” e começa a perguntar:

“Tá, mas e se fosse assim...?”

E foi aí que os desejos ficaram mais interessantes que os próprios gênios.

Porque, se alguém realmente pudesse conceder um desejo, o que a gente pediria?

Dinheiro? Poder? Sucesso?

E se fosse amor?

Não simplesmente encontrar alguém, mas desejar amor incondicional.

Foi quando percebi uma coisa engraçada: talvez eu já tenha feito esse pedido.

E talvez ele tenha sido atendido.

Porque eu costumo dizer que o gênio me deu a Miau.

Ou o universo.

Ou Deus.

Pode chamar como quiser.

Eu só sei que pedi amor incondicional e, em algum momento, apareceu uma gata na minha vida que aparentemente decidiu:

“Certo. Mas vai ser do meu jeito.”

Da curiosidade sobre gênios vieram os desejos.Dos desejos vieram as consequências.E daí minha imaginação fez o que costuma fazer:

complicou tudo até virar livro.


Eu queria entender melhor os gênios. Acabei pensando em desejos, amor incondicional e na possibilidade de que o meu já tenha sido atendido — em forma de gata.

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