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NYM começou em um sonho. O resto veio entre costelas e batatas.

Foto do escritor: Romany Oliveira
Romany Oliveira
25 de set.
1 min de leitura

Eu tinha assistido e lido tanta coisa que, aparentemente, minha cabeça decidiu que dormir não significava exatamente descansar.

Comecei a sonhar.

E sonhar.

E sonhar.

As ideias foram se misturando até que um desses sonhos deixou alguma coisa para trás. Não era NYM inteiro, claro. Era mais aquela sensação inconveniente de:

“Tem uma história aqui.”

E tinha.

O curioso é que boa parte do que veio depois não nasceu diante de um computador, cercada por livros e fazendo anotações muito organizadas de escritora.

Nasceu no almoço de sábado com a minha irmã mais nova.

Entre uma ideia e outra, a gente ia conversando, imaginando possibilidades, mudando coisas, acrescentando outras...

Tudo isso enquanto comíamos costelas e batatas.

Então, se algum dia alguém me perguntar de onde veio NYM, a resposta tecnicamente correta é:

sonhos, uma cabeça cheia de histórias, minha irmã e uma quantidade não documentada de costelas e batatas.

O resto?

O resto foi crescendo até virar um universo.


Antes de virar um universo, NYM foi um sonho — e depois assunto de almoço entre duas irmãs, costelas e batatas.

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