NYM começou em um sonho. O resto veio entre costelas e batatas.
Eu tinha assistido e lido tanta coisa que, aparentemente, minha cabeça decidiu que dormir não significava exatamente descansar.
Comecei a sonhar.
E sonhar.
E sonhar.
As ideias foram se misturando até que um desses sonhos deixou alguma coisa para trás. Não era NYM inteiro, claro. Era mais aquela sensação inconveniente de:
“Tem uma história aqui.”
E tinha.
O curioso é que boa parte do que veio depois não nasceu diante de um computador, cercada por livros e fazendo anotações muito organizadas de escritora.
Nasceu no almoço de sábado com a minha irmã mais nova.
Entre uma ideia e outra, a gente ia conversando, imaginando possibilidades, mudando coisas, acrescentando outras...
Tudo isso enquanto comíamos costelas e batatas.
Então, se algum dia alguém me perguntar de onde veio NYM, a resposta tecnicamente correta é:
sonhos, uma cabeça cheia de histórias, minha irmã e uma quantidade não documentada de costelas e batatas.
O resto?
O resto foi crescendo até virar um universo.
Antes de virar um universo, NYM foi um sonho — e depois assunto de almoço entre duas irmãs, costelas e batatas.


